Cuba está no Conselho de Direitos Humanos da maior estatal sem serventia já criada pelo homem. Ao lado dela, estão Rússia e China.
Nessas horas, é bom perguntar: por que não a Coreia do Norte?
Puta injustiça.
"Quem procura o que não perdeu quando acha não reconhece." (Mestre Marçal)
Cuba está no Conselho de Direitos Humanos da maior estatal sem serventia já criada pelo homem. Ao lado dela, estão Rússia e China.
Nessas horas, é bom perguntar: por que não a Coreia do Norte?
Puta injustiça.
Encontrei um texto assinado por José Martins, que não conheço, que explica como a China evitou a “sua” Revolução de Jasmim (como é chamada a confusão do Norte da África). Logicamente, os chineses botaram em ação seu aparelho repressivo e mataram no nascedouro qualquer tentativa de colocar em xeque o poder do Partido Comunista.
Um trecho me chamou a atenção:
“Mas o Estado capitalista chinês não tem outra saída: são esses amigos do povo que devem dar uma resposta para as massas que começam a gritar aquelas históricas palavras de ordem como "queremos comida para comer", "queremos emprego", "queremos casas", "queremos justiça", "vida longa à liberdade" e outras coisas fundamentais à sobrevivência da espécie."
A primeira pergunta a se fazer é: ué, ainda gritam palavras de ordem na China? Mas não foi por isso que fizeram a revolução e mataram 70 milhões de pessoas? A revolução não resolveria a questão do emprego, da comida, da justiça e da liberdade?
Outra observação: Martins explica que 70 membros do Congresso do Povo são bilionários e juntos “acumulam uma riqueza de 75.1 bilhões de dólares”.
Ora, a culpa disso não é do Estado capitalista. E sim do “socialismo de mercado” chinês. Tais bilionários o são, basicamente, por causa do regime comunista e não por causa do regime capitalista - que, a bem dizer, nem regime é. Tornaram-se endinheirados por causa da imensa rede de corrupção que só a falta de transparência, de liberdade de expressão e o sistema de partido único pode oferecer. Não tenho a menor dúvida que, quando a China se redemocratizar, será tomada, como a Rússia, por uma máfia que fez sua fortuna por causa de seus contatos ou por ter pertencido aos quadros do Partido Comunista. É a velha história: comunismo é pros outros - eu quero é grana.
Martins fala que a população da China está reclamando da falta de “terra, pão e liberdade” agora que o país é a segunda economia do planeta. Por que isso não acontece na Alemanha, por exemplo, ele pergunta? Ora, Olavão já tinha dado a resposta num dos seus programas: a China tem 5 ou 6 cidades ricas pra cacete e o resto é miserê total.
Lá, não tem essa de “redução de jornada de trabalho”.
Você é obrigado a trabalhar como delator.
Uma economia que também pode entrar em colapso.
Nada de eleições “perigosas” para o regime.
Assim é que funciona o “controle social da mídia”.
Culto à personalidade, como acontecia na Alemanha nazista e na URSS de Stálin.
Reproduzo um post do Selva Brasilis:
Homem mata sete crianças e dois adultos a facadas em escola na China. É o quinto ataque do tipo contra menores em instituições de ensino no país asiático em dois meses. O SB esta apavorado! Até agora não apareceu nenhum pedagogo da PUC, ou Sociólogo da Unicamp, ou psicólogo da USP para provar que ataque a escolas é coisa da cultura americana, fruto do capitalismo, uma necessidade do imperialismo.
"Desde 1978, cuando se abrió a la economía de mercado y rompió el encierro en que la había confinado el modelo comunista, China ha registrado índices espetaculares de crecimiento: el PIB se ha multiplicado por diez y la economía crece hoy al ritmo casi del 10 por ciento anual. De 1991 a hoy, el PIB de India ha aumentado al doble y su crecimiento anual es superior al 7 por ciento gracias a la apertura y la globalización de la cual aprovecha enormes ventajas. En el resto del mundo, ha aumentado la pobreza? Falso. En 1970, em 44 por ciento de la población mundial vivía con menos de dos dólares por día y hoy, gracias a la globalización, sólo 18 por ciento vive esta penuria. De su lado, Xavier Sala-i-Martin muestra que la miseria de Africa no se debe a la globalización sino exactamente a lo contrario: la falta de circulación de capital, de inversiones extranjeras, de comunicación con el mundo y la poca o nula llegada de tecnologías. En síntesis: lo que caracteriza el milagro de países asiáticos como India y China es precisamente haber entrado de lleno en el área del comercio mundial y la miseria de Africa el haber permanecido al margen el él (con excepciones crecientes). Una vez más, es la realidad la que refuta a nuestro perfecto idiota."