Mostrando postagens com marcador Lula fazendo merda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lula fazendo merda. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

MARACUTAIA NEWS: EMPRESA DE LULINHA DA PREJUÍZO À OI E QUEM VAI PAGAR É O GOVERNO DO PAPAI E DA TITIA. OU MELHOR, NÓS.

O Plano Nacional de Banda Larga – o governo acha que 512 kbps é banda larga – está aí pra fazer a festa dos burocratas petistas e da Oi, sócia do “Ronaldinho” do Lula. O blog Coturno Noturno explica a maracutaia envolvendo uma das piores empresas de telefonia do universo, com serviços sofríveis, numa série de posts do tipo “Estamos aqui para lembrar as falcatruas”.

Eis um aperitivo:


Quatro anos depois de se associar à gigante de telefonia Oi, a Gamecorp, empresa que tem entre seus sócios um filho do presidente Lula, acumulou prejuízo de R$ 8,7 milhões até 2009 e dívidas que somam mais de R$ 5 milhões. Mesmo assim, o negócio administrado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, continua  recebendo investimentos da Oi e atraindo sócios.Desde 2007, a Oi -então Telemar, uma concessionária de serviço público que recebeu uma série de incentivos do governo Lula- aumentou em 28% o aporte na empresa, contra inflação acumulada de 11%. O negócio é alvo de investigação da Polícia Federal, até hoje inconclusa. A Oi fechou 2009 com prejuízo de R$ 436 milhões.


A informação é da Folha, mídia golpista, claro. Mas tem muito mais, tudo devidamente documentado no blog do Coronel.

É tramóia atrás de tramóia. Este foi o maior estelionato eleitoral do país em todos os tempos.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

PASSO A PASSO DA PRIVATARIA PETISTA

Belo Monte

Rogério L. Furquim Werneck

O Globo – 30/04/2010

O governo conseguiu fazer da licitação da Usina de Belo Monte uma lambança de grandes proporções. O festival de equívocos deixa a nu a precariedade do novo modelo do setor elétrico e compõe farto catálogo de erros graves a evitar no futuro.

O equívoco fundamental (…) foi a decisão demagógica de fixar a tarifa máxima que poderia ser exigida na licitação em nível inferior à requerida para cobrir os custos do empreendimento. Para poder pavonear tarifa tão baixa, o governo se dispôs a bancar a diferença entre custos e receitas, despejando uma cornucópia de recursos do Tesouro no projeto via BNDES, Eletrobrás e renúncias fiscais. Esse abandono escancarado e populista da ideia de realismo tarifário configura retrocesso de quase 50 anos na história do setor elétrico brasileiro. O espantoso é que o governo continua fingindo que o problema não existe. Embora especialistas venham advertindo que o custo efetivo do megawatt/hora em Belo Monte será de, pelo menos, R$ 100,00, figurões do setor elétrico e o próprio presidente Lula têm se permitido comemorar a "tarifa módica" de R$ 77,97 por megawatt/hora, que prevaleceu na licitação. É difícil imaginar, a essa altura dos acontecimentos, que argumento defensável poderia justificar subsídio de tal ordem à energia elétrica, quando sobram usos mais nobres para o dinheiro público.

O segundo equívoco foi a própria licitação. Em condições tão adversas e incertas sobre a rentabilidade do empreendimento, não foi surpreendente que escasseassem os interessados. Pouco antes da licitação, temendo ter de lidar com apenas um licitante, o governo mobilizou a Eletrobrás para montar às pressas um segundo consórcio para atuar como coadjuvante. O que se viu foi uma licitação que configurava um triângulo em que o governo exercia papel dominante nos três vértices: como leiloeiro, como investidor responsável por pelo menos 49% de cada um dos dois consórcios e, ainda, como financiador, pelo BNDES, de 80% do investimento total do empreendimento. Não foi surpreendente que, afinal, a licitação tenha sido vencida pelo consórcio coadjuvante, liderado pela Chesf e mais maleável às pressões do governo em favor de uma tarifa especialmente baixa. Diante do constrangimento gerado por licitação tão peculiar, o governo tentou dar uma cambalhota matreira para aparecer bem na foto, como paladino da "quebra do monopólio das empreiteiras". Nada mais distante da realidade. De uma forma ou de outra, as grandes empreiteiras conseguiram se desvencilhar do papel de investidor em Belo Monte. Continuam atraídas pelo projeto, que se vai tornando a cada dia mais estatal. Mas o que lhes interessa é o que sempre souberam fazer: vender serviços de engenharia. De preferência, ao próprio governo, como esperam poder fazer agora em Belo Monte.

A cadeia de equívocos continua. Horas depois da licitação, a principal empresa construtora que integra o consórcio vencedor, insatisfeita com as condições que lhe foram impostas, externou a intenção de abandoná-lo. O que deflagrou pronta reação do governo, preocupado em minimizar a importância do fato. "Entrou quem quis, sai quem quer. Não tem nenhum cadeado fechando a porta", esclareceu Lula. De fato. O consórcio vencedor passou a ser percebido como uma casca quase oca a ser agora recheada pelo governo da forma que bem entender. Disposto a pagar todas as contas, o governo está como o diabo gosta. Quer organizar a festa, decidir quem entra ou não, negociando na porta com empreiteiras, autogeradores, grandes consumidores de energia e fundos de pensão docemente coagidos. A ideia de que tal lambança possa vir a ser replicada em outros grandes projetos de aproveitamento hidrelétrico parece um pesadelo. É hora de conceber formas mais transparentes, menos voluntaristas e não populistas de licitar as novas usinas que terão de ser construídas para assegurar a expansão da oferta de energia elétrica no País.

sábado, 24 de abril de 2010

HERANÇA MALDITA DE LULA

‘Sedex 10’ já não chega nem em dez dias

Os Correios que o governo Lula deixará para os brasileiros é a negação de toda a história da estatal, que chegou a ser a instituição mais admirada pelos brasileiros. Exemplo: uma leitora de São Paulo, mandou por Sedex para vários estados, incluindo Rio e Santa Catarina, dia 12, os convites para o casamento do filho. Gastou cerca de mil reais. Dez dias depois, os convites não chegaram a qualquer destino.

Via Claudio Humberto.

O curioso nessa história é que se fosse no governo FHC, o PT daria seus berros histéricos dizendo que o objetivo dessa desmoralização dos Correios é apressar a sua privatização.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

PERGUNTAR NÃO OFENDE 3

Um país onde o presidente é multado por campanha eleitoral irregular pode ser um mediador sério de conflitos internacionais?

segunda-feira, 12 de abril de 2010

UM BELO ARTIGO DE IVES GANDRA

FIDEL PAREDÓN CASTRO

Jornal do Brasil - 12/04/2010

Em 1958, eu era estudante de Direito. Nossa turma, formada por pessoas que viriam mais tarde a destacar-se como Sydney Sanches, Márcio Tomás Bastos e Claudio Lembo no regime aberto e descontraído do presidente Juscelino Kubitschek, ora se dedicava, fora os assuntos curriculares, à literatura, ora aos temas políticos . Entre nossos contemporâneos, estavam Lygia Fagundes Telles, Paulo Bonfim, Mário Chamie, Ivete Senise Ferreira, Manoel Gonçalves Ferreira Filho, Dalmo Florence, Dalmo Dallari e outros que participavam também das diversas vertentes de atividades acadêmicas no Largo de São Francisco.

Lembro-me, também, de que o meu grupo em particular, prezando profundamente, como futuros advogados, a liberdade e o direito de defesa, sentia-se, naqueles tempos, violentado diariamente pelas notícias sobre o regime de Fidel Castro, especialmente os famosos paredóns, para os quais os adversários políticos do governo cubano eram enviados para fuzilamento, sem defesa.

Nós o apelidávamos de Fidel Paredón Castro e o tínhamos por genocida.

No último dia 21 de março, a Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre os paredóns. A dúvida colocada é se teriam sido apenas 3.820 os fuzilamentos (números oficiais) ou 17.000, segundo O livro negro do Comunismo, escrito em 1998 por um colegiado de acadêmicos franceses, incluídos nesse número os que foram fuzilados depois de 1958.

Infelizmente, a perseguição a opositores e os 100 mil prisioneiros políticos mencionados no referido livro, ou os 20 mil mencionados por Fidel, em entrevista a revista Playboy americana , em 1967, demonstram que a tirania cubana é, ainda, uma das maiores máculas da política latino-americana, que, bem ou mal, procura os caminhos da democracia.

Muito me impressiona, portanto, que se lance, no Brasil, um Plano Nacional de Direitos Humanos, inspirado nas idéias de alguns amigos de Fildel Castro que, para além de permanecerem fiéis e orgulhosos desta amizade, a ponto de se acotovelarem a cada oportunidade de serem ao lado dele fotografados, calam -se, inexplicavelmente, ante as contínuas violações a tais direitos perpetradas em Cuba, assim como na Venezuela de Chávez e no Irã de Ahmadinejad, dois outros amigos preferenciais do presidente Lula, nos últimos tempos. Estou convencido de que, se o presidente Lula tivesse mantido sua independência e postura de magistrado assumida nos primeiros seis anos de presidência, seria hoje o nome mais cotado para o Prêmio Nobel da Paz. A desfiguração de sua imagem deveu-se, desde o episódio de Honduras, à defesa intransigente de ditadores como Castro.

Democrata que sempre fui, em meus escritos, livros, conferências sempre ataquei todas as ditaduras de esquerda ou de direita principalmente as de Pinochet e de Fidel, embora Pinochet tenha feito do Chile uma nação desenvolvida e Fidel uma das mais atrasadas economias das Américas implantadas por Hitler ou Stálin, Mussolini ou Ceacescu, Franco ou Mao. Não posso, portanto, reconhecer como democratas aqueles que atacam os ditadores de direita, mas acariciam o ego dos ditadores da esquerda. Tal comportamento faccioso e contraditório denota que não passam de aprendizes de ditadores.

Cuba é uma ditadura. E se o Brasil interveio, sem razão, na democracia hondurenha, cuja Constituição impunha a destituição de Zelaya, por seu artigo 239, não há porquê, tanto nas ditaduras em gestação, como na Venezuela e no Irã , como na cinquentenária ditadura cubana, não apoiar os movimentos legítimos do povo destes países em prol da democracia e do efetivo respeito aos verdadeiros direitos humanos.

*     *     *

É pra recortar e colar na parede.

Os grifos, obviamente, são meus.

LULA, OBAMA E AS ARMAS NUCLEARES

Então quer dizer que o Messias do ABC vai tomar satisfações do Obama quanto às armas nucleares só pra defender o Maluco de Teerã? Imagino a cena: Lula, Amorim, Obama e uns assessores do presidente afro-negão americano…

LULA – Amorim, traduz aí pra mim… Cumpanhêro Obama, tem que acabá com todas as arma nucleá agora!

OBAMA – Oh, yeah, dude!

LULA – Não pudemo deixá o Ahmdime… o Adimej… ah, o cara lá dos Irã isolado… Coitado! Ele é gente boa à beça…

OBAMA - (DEPOIS DE UM BOCEJO) Yeah, yeah…

LULA – Então é isso. Espero que tu saiba que eu tenho o vírus…

OBAMA - (ASSUSTADO) Virus???

LULA – Da paz!!! Da paz!!! E ó… Vamo destruir o arsenal nucleá já!

Lula e Amorim saem. Obama e seus assessores começam a rir a bandeiras despregadas.

OBAMA – Waalll, quem esse sujeito pensa que é?

ASSESSOR 1 – Quem mandou o senhor dizer que ele é o “cara”?

ASSESSOR 2 – Agora ele tá se sentindo…

OBAMA - (SEM GRAÇA) Foi mal… Foi mal…

sexta-feira, 19 de março de 2010

QUIZILA DOS ROYALTIES: SE CABRAL FOSSE MACHO MESMO IRIA ATRÁS DO VERDADEIRO CULPADO

Vejam o que diz Ibsen Pinheiro:

"A estratégia de colocá-la em votação no plenário teria que ser do governo. Se não tem o interesse do governo, não tem essa votação. A matéria jamais chegaria ao Plenário, porque ela depende da urgência dos líderes."

Leia mais aqui.