sexta-feira, 6 de março de 2009

GOLPISMO É...

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Ver o Lula reclamando das demissões na Embraer

e lembrar que ele comprou o Aerolula no exterior...

MOFO DEU

Não há nada pior para um apreciador de livros como eu descobrir mofo na parede da prateleira. Páginas e páginas de volumes completamente negras de bolor. A origem da umidade não sei ainda. Um livro emprestado? Excesso de calor? Hoje é dia de trabalho de formiguinha. Escova macia e vinagre para os livros (caso aconteça com você, não os deixe ao sol). Pra parede, água + água sanitária (proporção de 1/1).

Bom, este é um serviço de utilidade pública do Titio Persegonha.

Tudo pelos livros e pelo Asterix!!!

quinta-feira, 5 de março de 2009

RUMO AO OSCAR

Eu sempre disse que Gravataí Merengue levava jeito pra essa coisa de escrever roteiros: imaginação, capacidade de observação, bons diálogos, tava tudo ali. Não raro, trocamos várias idéias, ele dando pitaco nas minhas, eu nas dele. Quando li o conto "O nome errado" vi o potencial de adaptação. Sabe como é... Já escrevi vários pareceres sobre textos adaptáveis ou não. Hoje em dia, só de bater o olho, já digo: "Serve ou não serve." Com o texto de GM foi assim e ele se lembra disso. Foi na hora!!! Dava pra fazer um curta ou um longa, dependendo do tempo disponível para se escrever. Fez-se o curta. Beleza!!!

Agora vejo que o roteiro que ele escreveu, adaptando seu próprio conto, ganhou asas e foi parar na Itália! Batizado como "Sbaglio", está em fase de produção, vai ser filmado e, na certa, participar de festivais.

É isso, meu caro, Gravz! Paulada na moringa!

Falta só um chope pra comemorar, meu irmão!!!

É...

Tava meio parado isso aqui, né?

O SILÊNCIO DOS INTELECTUAIS QUE AGORA QUEREM FAZER BARULHO

Excelente artigo de Marco Antônio Villa, autor do não menos excelente "Jango, um perfil", falando da diferença entre a ditadura brasileira e as do Chile, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai.

Reinaldo Azevedo publicou parte dela, mas consegui o texto na íntegra - já são quase três da tarde e quem é de ler jornal, já leu.

O melhor de tudo no texto de Villa é a sua crítica aos intelectuais que ficaram pianinhos na época do regime militar, não deram um pio sobre as arbitrariedades contra outros intelectuais e que agora batem no peito para dizer que "lutaram" contra a ditadura. Ah, e como não poderia deixar de ser, ocuparam o vácuo deixado pelos perseguidos e começaram a construir "sólida" carreira nas universidades... na época da ditadura...

terça-feira, 3 de março de 2009

VIDA PROFISSIONAL

Ontem foi um grande dia. Um dos melhores da minha vida profissional. Um dia daqueles em que você pensa: "Está valendo a pena." Não foi a primeira vez que vi personagens meus ganharem vida, mas foi a primeira vez que os vi filmados, editados, dirigidos por uma excelente profissional, dedicada, talentosa, que conseguiu driblar a maior pegadinha do meu roteiro: cair no farsesco, deixar a história chapada, bobona Ela conseguiu se sair bem disso. O resultado me deixa até agora comovido. Ouvia as risadas dos espectadores com um misto de alívio e orgulho. Muito obrigado a todos os que puderam fazer com que este sonho se realizasse depois de quase dois anos.