Ver o Lula reclamando das demissões na Embraer
e lembrar que ele comprou o Aerolula no exterior...
DIRETO DO CU DO MUNDO
Não há nada pior para um apreciador de livros como eu descobrir mofo na parede da prateleira. Páginas e páginas de volumes completamente negras de bolor. A origem da umidade não sei ainda. Um livro emprestado? Excesso de calor? Hoje é dia de trabalho de formiguinha. Escova macia e vinagre para os livros (caso aconteça com você, não os deixe ao sol). Pra parede, água + água sanitária (proporção de 1/1).
Bom, este é um serviço de utilidade pública do Titio Persegonha.
Tudo pelos livros e pelo Asterix!!!
Eu sempre disse que Gravataí Merengue levava jeito pra essa coisa de escrever roteiros: imaginação, capacidade de observação, bons diálogos, tava tudo ali. Não raro, trocamos várias idéias, ele dando pitaco nas minhas, eu nas dele. Quando li o conto "O nome errado" vi o potencial de adaptação. Sabe como é... Já escrevi vários pareceres sobre textos adaptáveis ou não. Hoje em dia, só de bater o olho, já digo: "Serve ou não serve." Com o texto de GM foi assim e ele se lembra disso. Foi na hora!!! Dava pra fazer um curta ou um longa, dependendo do tempo disponível para se escrever. Fez-se o curta. Beleza!!!
Agora vejo que o roteiro que ele escreveu, adaptando seu próprio conto, ganhou asas e foi parar na Itália! Batizado como "Sbaglio", está em fase de produção, vai ser filmado e, na certa, participar de festivais.
É isso, meu caro, Gravz! Paulada na moringa!
Falta só um chope pra comemorar, meu irmão!!!
Excelente artigo de Marco Antônio Villa, autor do não menos excelente "Jango, um perfil", falando da diferença entre a ditadura brasileira e as do Chile, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai.
Reinaldo Azevedo publicou parte dela, mas consegui o texto na íntegra - já são quase três da tarde e quem é de ler jornal, já leu.
O melhor de tudo no texto de Villa é a sua crítica aos intelectuais que ficaram pianinhos na época do regime militar, não deram um pio sobre as arbitrariedades contra outros intelectuais e que agora batem no peito para dizer que "lutaram" contra a ditadura. Ah, e como não poderia deixar de ser, ocuparam o vácuo deixado pelos perseguidos e começaram a construir "sólida" carreira nas universidades... na época da ditadura...
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Ontem foi um grande dia. Um dos melhores da minha vida profissional. Um dia daqueles em que você pensa: "Está valendo a pena." Não foi a primeira vez que vi personagens meus ganharem vida, mas foi a primeira vez que os vi filmados, editados, dirigidos por uma excelente profissional, dedicada, talentosa, que conseguiu driblar a maior pegadinha do meu roteiro: cair no farsesco, deixar a história chapada, bobona Ela conseguiu se sair bem disso. O resultado me deixa até agora comovido. Ouvia as risadas dos espectadores com um misto de alívio e orgulho. Muito obrigado a todos os que puderam fazer com que este sonho se realizasse depois de quase dois anos.