Um novo demente acabou de aderir à ONG Demência Sem Fronteiras: Marco Antônio Salgado Mendes. Passou na prova de tomar sorvete pela testa com louvor e se dá até o direito de, em nome da Humanidade, perdoar o lunático Wellington, o carniceiro de Realengo. Aviso desde já que ele não está habilitado, em meu nome, de perdoar o patife que ceifou doze vidas inocentes.
Em meu nome, e apenas no meu, quero que o autor do texto vá pra puta que o pariu!
Leiam o trecho, mas por favor, não vomitem no monitor.
Em nome da minha humanidade eu te perdoo, Wellington, ao compreender teu desespero, a falta de esperança e perspectiva, os desejos sublimados, massacrados. Perdoo tua ânsia por ser compreendido, escutado, aceito. A necessidade de amor e carinho que o levou ao maior non sense abjeto que estava ao alcance das mãos. A carência de sexo; bom, farto, seguro; o desejo inconsciente, insatisfeito, por um gozo espumante e vívido. (aqui)
Já não sei quem é o mais perigoso: o criminoso ou o sujeito que passa a mão na cabeça dele.
Via @arnaldobranco
