A cada meia-hora, cai um ministro do governo da gerentona Dilma Roussef.
E agora cabe a pergunta: o ministro dos Transportes deixou o ministério a pé ou de trem?
"Quem procura o que não perdeu quando acha não reconhece." (Mestre Marçal)
A cada meia-hora, cai um ministro do governo da gerentona Dilma Roussef.
E agora cabe a pergunta: o ministro dos Transportes deixou o ministério a pé ou de trem?
Trechos da coluna de Stephen Kanitz:
O lucro médio das 500 maiores empresas do país nos últimos dez anos foi de 2,3% sobre as receitas, segundo a última edição de Melhores e Maiores, da revista Exame.
(…)
Tirar 2,3% de lucro do consumidor e do trabalhador está longe de ser uma "espoliação capitalista", como nos ensinam na universidade. Afinal, 97,7% de tudo o que você compra dessas companhias é custo do produto, que continuará em qualquer regime político que vier a ser implantado no Brasil por radicais ou pelo MST. Se o Brasil eliminar o capitalismo, os preços cairão 2,3%, nada de espetacular. Mesmo supondo que haja mais 1% escondido no caixa dois, continua um valor não exorbitante.
Há quem argumente que 2,3% é uma remuneração aceitável para compensar o risco que o empreendedor assumiu de perder tudo, de usar seu capital a serviço da sociedade em vez de gastá-lo egoisticamente consigo mesmo. Mas nossa classe pensante ensina que temos aqui um capitalismo selvagem, que espolia a todos, esquecendo-se deliberadamente de mencionar que 52% desses custos que pagamos são impostos.
BRASÍLIA - O Ministério Público Federal Federal está investigando suposto enriquecimento ilícito de Gustavo Morais Pereira, arquiteto de 27 anos, filho do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Dois anos após ser criada com um capital social de R$ 60 mil, a Forma Construções, uma das empresas de Gustavo, amealhou um patrimônio de mais de R$ 50 milhões, um crescimento de 86.500%. As investigações podem complicar ainda mais a situação do ministro, que, desde sábado, tem sido obrigado a se explicar sobre o suposto envolvimento de seus principais assessores com corrupção.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/07/05/patrimonio-de-empresa-de-filho-de-alfredo-nascimento-aumenta-86-500-924847810.asp#ixzz1RLGewN2R
Quem tem medo da Al-Qaeda ainda não conhece os bueiros da Light.
Antigamente, todos pensavam que o Brasil iria para o buraco. Agora é o buraco que vem até a gente. Algo mudou, não é mesmo?
Depois que o primeiro bueiro explodiu, começou uma série de estouros que pareciam meio suspeitas, sim. Mas como todos nós, filhos do Brasil-Pandeiro sabemos, esse troço de manutenção não é com a gente. Só gostamos de inaugurações, de preferência com rega-bofe. Depois, bem, depois é depois…
Até que demorou, mas nas cartas dos leitores do Globo já tem gente falando mal das privatizações. Viu só? Quem mandou vender o patrimôniopúblico? É nisso que dá entregar o fruto do nosso suor às mãos gananciosas da iniciativa privada que só querem saber do lucro maldito que acaba com nossas esperanças em termos um estatismo feliz, ensolarado e redentor.
Um deles, o leitor Carlos Augusto Nogueira, escreveu, do alto de sua capacidade de absorver informações, que por causa da privatização temos até taxa de iluminação pública! Vejam só, colocam na conta da privatização uma iniciativa cuja culpa é ÚNICA E EXCLUSIVA do PREFEITO DO RIO, o senhor EDUARDO PAES.
Aí, um demente comenta no Globo com o nick FORA PSDB/DEM: Estatização já!
Ora, não sabe o infeliz que a Light PERTENCE À CEMIG? Sim, ela mesma: a estatal mineira CONTROLA A LIGHT. Sim, lá em Minas também ESTÃO EXPLODINDO BUEIROS! Azar ou incompetência?
De qualquer forma, vale lembrar o samba da grande Dona Ivone Lara, totalmente adaptado às ruas do Rio:
“Alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho”…

As aparências enganam: este buraco no Japão NÃO foi provocado pela explosão de um bueiro da Light na Terra do Sol Nascente.
Noturno, Opus 32, Número 1