Afinal, o que pensa Dilma Roussef?
Pensa que nós somos idiotas.
DIRETO DO CU DO MUNDO
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A oposição tem que perguntar pra Dilma com qual programa ela pretende governar: com o que acaba com a propriedade privada e vai dar aos paga-paus do PT o poder ao PT de decidir o que eu devo ver na TV ou ler nos jornais (e que a candidata “assinou sem ler” - me poupem!) ou se com o programa mais perfumado que dizia que o outro era brincadeirinha. Esta deve ser a primeira pergunta que Serra ou Marina devem fazer num debate. Se Dilma tiver coragem de ir a algum, claro…
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Pelo pau que o Hal 9000 dá no espaço, tá na cara que ele só pode ter sido criado pela Microsoft.
O filme é meio visionário. Lá pelo final, nós conseguimos ver várias visualizações do Winamp, como podemos observar abaixo:
Bom, um monolito preto é o sinal de vida inteligente fora da Terra? É intrigante, claro. Mas acho Stonehenge mais instigante.
Ah, sim: ALGUÉM PODE ME DIZER QUE CARALHOS SIGNIFICA AQUELE MONOLITO PRETO?
Por esta vez passa
Por esta vez passa
Mas não volte a minha casa
Assim cheirando a cachaça
Já é coisa bem sabida
Que a Dona Manuela
Ou acaba com a bebida (como é?)
Ou a bebida com ela
Acabou-se o parati
Em casa de Dona Sônia
Por isso, Dona Didi (que foi?)
Só bebe água da colônia
Diz o artigo nacional:
"O brasil vai ter valor"
Por isso Seu Amaral (qual?)
Só bebe álcool motor
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A primeira coisa: É UM FILMAÇO DE AÇO!!!
A segunda coisa: Larry Gopnik, o protagonista, talvez seja o melhor personagem passivo da história do cinema. Tudo acontece com ele, mas ele quase nada faz. O mundo é um tornado e ele está lá, no olho.
Bacanas os rabinos que falam, falam e não dizem nada. Quem se importa?
Os irmãos Coen acertam a mão mais uma vez e vão fundo, creio que pela primeira vez, nas suas raízes judaicas.
ALTAMENTE RECOMENDADO. Em caixa alta e negrito.
Abaixo:
“Concerto para piano nº 1 em mi menor, Op. 11 - Allegro maestoso”
"Concerto para piano nº 1 em mi menor, Op. 11 - Romanza: larghetto"
A Argentina é a Espanha com dois títulos mundiais.
Os gols que o Brasil levou hoje provam uma coisa, como bem diz o meu amigo @mrmanson: ainda tem time bobo no futebol.
Deve ser uma coisa do tipo alinhamento dos planetas que faz com que todos os atores de um filme atuem com tanto brilho. É o caso de “O segredo dos seus olhos”.
O marido da moça estuprada e assassinada no começo da fita –crime que é o ponto de partida da história - diz que é contra a pena de morte e preferia que o criminoso pegasse prisão perpétua (este horror, que nós, brasileiros civilizados, não aplicamos: preferimos soltar assassinos depois que eles cumprem 1/6 da pena para que ele possa continuar praticando o seu, digamos, hobby, que é matar pessoas). Voltando. O rapaz afirma que gostaria que o assassino pegasse uma perpétua para que sua vida fosse assim, “cheia de nada”. É o que eu penso também.
Nós devemos aprender com os argentinos a fazer cinema.
Filmaço!
E vamos com a quinta parte desta série sobre as heresias medievais. Aqui ficamos sabendo que a violência do combate às heresias não começou na cúpula da Igreja e sim com o povo, tão adorado pelas elites atuais. A heresia valdense também dá as caras.
Qual a base da violência no combate às heresias?
A base era popular. A própria existência da heresia é, sem dúvida, sinal demonstrativo da vida religiosa dos tempos medievais. Por isso, não se deve estranhar a violência gerada no combate a ela. Nem sempre o extermínio dos heréticos cátaros era executado por funcionários que deviam justiçá-los, mas por iniciativa do populacho fanatizado que não tolerava a heresia “filha de Satã”.
Qual a atitude da Igreja perante a heresia?
Primariamente, a de tentar converter os heréticos à fé católica, só adotando uma atitude agressiva e o uso da violência quando nada se conseguia no primeiro caso. A violência popular era condenada pela Igreja. Vemos estas tendências nas palavras de São Bernardo, escritas ao papa após o massacre de Colônia:
O povo de Colônia passou da medida. Se aprovamos o seu zelo, não aprovamos, de modo algum, o que fez, pois a fé é obra de persuasão e não podemos impô-la.
No que a Igreja se baseava para usar o poder temporal de perseguir, julgar e exterminar heresias?
Baseava-se na teoria das “duas espadas” do Papa Gelasius, que afirmava que Deus havia dado o poder temporal e espiritual ao papa que, por sua vez, entregara o poder temporal aos reis, monarcas e príncipes para proteger a fé. Em última instância, a heresia que visava atacar a cátedra de São Pedro, o papa, era perigosa não só do ponto de vista religioso dogmático, mas também sob o aspecto da unidade política do mundo cristão.
Quem fundou a heresia valdense?
Foi o rico comerciante Pedro Valdo ou Valdes de Lyons que, segundo o testemunho do Anônimo de Laon, ficou profundamente abalado pela leitura das Escrituras Sagradas, por volta de 1173. Ele traduziu o Evangelho para o provençal e rompeu todos os vínculos com o mundo, confiando seus bens à esposa e na carestia de 1176 doou o restante de seu património aos pobres. Passaram a segui-lo homens e mulheres que praticavam a instrução do Evangelho, vagando pelas estradas dois a dois, em pobreza apostólica, vestidos com simples buréis, pregando a penitência. O movimento difundiu-se rápida e extensamente, alcançando os Humilhados da Lombardia, uma confraria de artesãos (tecelões) que se associaram por objetivos econômicos e religiosos na primeira metade do século XII. Grande parte deles ligou-se aos valdenses, com os quais foram excomungados pelo Papa Lúcio III.
A seita valdense conseguiu se manter unida?
Não. Os valdenses lombardos queriam ter, malgrado a oposição de Valdo, a eleição e a ordenação de seus próprios pastores e conservar as suas próprias associações de artesãos, isto é, a prática do trabalho manual remunerado. Assim, em 1210, houve uma ruptura que continuou ainda depois da morte do fundador, em 1217. Enquanto os valdenses da França, confinados em grande parte no Languedoc, na Provença e no Delfinado, mantinham, apesar de suas doutrinas heréticas, certo liame com a Igreja Católica e participavam de sua liturgia, os valdenses italianos passaram à mais agressiva oposição, negando a validade dos sacramentos administrados por sacerdotes católicos e instituindo um serviço litúrgico próprio. Este ramo lombardo desdobrou-se numa grande atividade e, valendo-se de uma propaganda clandestina ativa, conseguiu difundir-se não só no Piemonte e na Sabóia, mas também na Alemanha Meridional e Oriental, na Boémia, na Morávia, na Polónia, na Hungria, na Itália Meridional, conquistando muitos adeptos. A Inquisição teve muito trabalho com eles até a época do Renascimento. Muitos valdenses foram levados à fogueira e outros reconquistados pela persuasão pacífica.
O que declarava a heresia valdense?
Declarava que a Igreja fora pura e incorrupta até a época de Constantino, quando o Papa Silvestre ganhou a primeira possessão temporal para o Papado, começando, assim, o sistema de uma Igreja rica, poderosa e temporal, tendo Roma como sua capital.
O inquisidor Sacconi dividia-os em duas classes: os do Norte dos Alpes e os da Lombardia.
A primeira classe assegurava, entre outras coisas, que:
1) os juramentos são proibidos pelo Evangelho;
2) a pena capital não é permitida ao poder civil;
3) todo leigo pode consagrar o sacramento do altar;
4) a Igreja Romana não é a Igreja de Cristo.
A seita lombarda assegurava que nenhum pecado mortal poderia consagrar o sacramento, e que a Igreja de Roma era a mulher marcada do Apocalipse, cujos preceitos não deveriam ser obedecidos, especialmente os apontados como dias de jejum. Diferentemente dos cátaros, opunham-se ao ascetismo e não tinham um sacerdócio oficial; mas, ao mesmo tempo, aproximavam-se deles por serem também contrários aos juramentos e à pena capital.
Os valdenses, apesar das perseguições permanentes que sofreram durante toda a Idade Média, conseguiram, como se sabe, sobreviver até os nossos tempos.
Quais as características dos pseudo-apóstolos ou apóstolos de Cristo?
Um dos traços da doutrina dessa heresia manifestou-se no ataque aberto e direto ao Papado, exigindo a limitação de seu poder. Os apóstolos de Cristo também afirmavam que após a época do Papa Silvestre a Igreja abandonara o gênero de vida dos primeiros santos, exceto o Frade Pedro de Morrone, fundador dos celestinos, que mais tarde, a 5 de julho de 1294, tornou-se o Papa Celestino V. Desde o início usavam cabelos longos, uma túnica branca com uma pelerine da mesma cor presa no pescoço. Seus adeptos deviam percorrer o mundo descalços ou de sandálias, mendigando como os pobres, vivendo de esmolas e pregando ao povo:
Fazei penitência, pois o reino dos céus está próximo (Mt. 3.2).
MARIANA TIMÓTEO DA COSTA – O GLOBO – 30/06/2010
Voltei recentemente de Cuba com um grupo de amigos, todos jornalistas que vivem em Caracas. Mais do que turismo pelas majestosas Havana e Viñales, no interior, nos interessou conversar com os cubanos, saber como vivem e o que pensam sobre a Revolução. Fomos a casas de famílias, a festas, a bares, restaurantes, levamos uma bola de futebol e jogamos com gente nas ruas. O que pudemos ver foi um povo pobre, mas distanciado da miséria. Grato por não morrer de fome, ter acesso ao serviço público de saúde, por poder estudar e viver num país em que a violência praticamente inexiste nas ruas — graças às rígidas políticas da Revolução, que ameaça com a prisão perpétua quem pratique um crime.
Musicais e sensuais, os cubanos adoram salsa e reggaeton e estão sempre sorrindo, mas, quando confiam nos interlocutores, fazem duras críticas ao modo como vivem. Sonham com liberdade e oportunidades.
Impressiona a quantidade de gente que não faz nada o dia todo. Não há trabalho — ou ele não vale a pena. Nas casas de Havana que antes deveriam ser lindas, mas quase todas hoje em ruínas, as pessoas passam o dia matando o tempo, sentadas nas varandas ou em mesinhas nas calçadas. Pedem tudo: de balas a artigos de higiene pessoal. Dinheiro não, porque pode dar cadeia.
Quando falam sobre sua situação, olham em volta para ver se não estão sendo vigiados por um integrante do Comitê de Defesa da Revolução (CDR) — fiscais que ganhariam, segundo eles, cerca de 1.000 cucs por mês, o equivalente a mais de US$ 1 mil. O salário mensal de quem não é do comitê, quando muito, é em torno de US$ 10.
Os cucs (moeda conversível) recebidos pelos cubanos dos turistas devem ser trocados em centros especializados pelo desvalorizado peso, a única moeda que podem usar. A diferença no tratamento recebido entre cubanos e estrangeiros é visível em sorveterias como a famosa Coppelia. Para os turistas que pagam em cucs, há sete opções de sabores de sorvete e não há filas. Nos locais que pagam em pesos, precisam esperar por até três horas para serem servidos. Para esses, só há dois sabores disponíveis: creme e chocolate.
Uma consequência da falta de empregos — aliada à avidez por moeda conversível — é a prostituição, que parece praticamente legalizada: 60 cucs por noite, na Casa de la Musica, uma das boates mais famosas da capital. De Fidel Castro, e muito menos de Che Guevara, ninguém fala mal: são ícones, incontestáveis. Mas Raúl Castro está sob críticas duras. A sensação é de que o atual líder não cumpriu a abertura prometida, que a repressão aumentou e as oportunidades diminuíram. Além disso, relatam, ele não possui o carisma e nem representa para eles a figura paterna do irmão, Fidel.
Os cubanos também não mostram nenhum afeto especial pelo venezuelano Hugo Chávez, que nos últimos anos vem salvando o regime cubano da bancarrota — fornecendo um fluxo de comércio anual de US$ 7 bilhões com Caracas e o envio diário de quase 100 mil barris de petróleo à ilha. Quase não falam de Chávez, muito menos o elogiam. Mais comum é ouvir que, se não fosse a ajuda dele, talvez a situação na ilha hoje fosse diferente.
Em Viñales, no interior, a exibição da novela “A favorita”, da Rede Globo, e os jogos da Copa do Mundo ganham dedicação completa. Muitos não têm TV em casa e se agrupam em bares e restaurantes para assistir. Com sorte e jeitinhos especiais, há quem consiga acesso a canais mexicanos, graças a parabólicas, e a séries de TV americanas, em DVDs piratas.
O gerente de uma fábrica de puros — os charutos cubanos — se diz sortudo de ter trabalho. Confessa depender das gorjetas que ganha dos turistas para viver melhor, apesar de trabalhar de domingo a domingo, das 6h às 22h: “Tudo pertence ao Estado, que fica com todo o lucro. Sou praticamente um escravo, ganho muito pouco.” Após a visita à fábrica, a noite em Viñales era de festa. Uma das músicas que mais empolgavam era a belíssima “Hasta siempre comandante”, de Carlos Puebla, exaltação oficialista a Che Guevara. Mas, num canto do centro cultural, quando havia menos gente e longe dos fiscais, um grupo de cubanos mostrava, num arquivo MP3 de um celular, o que eles realmente gostam de ouvir: “Contrarrevolucionário”, música do grupo de rap Los Aldeanos, que lembra o brasileiro Racionais MC. A letra diz:
“Sim, viva a Cuba livre.
É hora de falar claro.
Contrarrevolucionário,
o nome que me deram
Por ver, ouvir e pensar E não ficar calado (...)
Dizem que estou equivocado,
Que minha luta é falsa,
Mas o povo me escuta,
Porque digo a verdade (...)
É muito fácil fazer discursos de oito horas,
E culpar o bloqueio.
Nação de erros,
Que não descansam.
Ninguém tem esperança (...)
Condição grave,
Informação em estado crítico,
Os jornais são programas humorísticos.
Roteiros ridículos (...),
Uma mesa-redonda
Que redunda sem sentido.
Povo envolto em dor,
Não há saída (...)
Medo, pressão (...)
A esperança é a emigração (...)
Não sou um problema,
Sou o resultado de um experimento (...),
E segue a perseguição.
Prometem me mandar preso (...)
Seria um ato de traição (...)
Mas mostro a realidade cubana,
Em cada região,
Minha posição é firme,
Que se foda a repressão.
A verdade não é um crime,
Seu perdão não me importa.
Cada canção,
O grito de silêncio de uma nação.
Contrarrevolucionário (...)”
Para muitos cubanos, depois de mais de 50 anos de Revolução, essa música de uma banda semiclandestina parece ter mais a cara de Cuba na sua plena realidade.
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O Globo publicou hoje:
SÃO PAULO. Aclamado ontem em São Paulo como candidato do PSOL à Presidência, na convenção nacional do partido, Plínio de Arruda Sampaio afirmou que, se eleito, vai propor a desapropriação de todas as propriedades rurais do país com mais de mil alqueires (cerca de 2,4 mil hectares), “seja ela produtiva ou não”:
— E isso não será feito para melhorar a produção agrícola brasileira, não. Mas, sim, para redistribuir a terra. A redistribuição da riqueza e da renda é o polo central de nosso programa de governo — afirmou.
Ai, ai, ai… Plínio, Plínio… Nós vamos comer o quê, homem de Deus? Luz? Esse papo de desapropriar terra na marra não dá certo, cara! Olha a Venezuela, que já importa comida! O próprio Plínio diz que não é pra melhorar a produção: deve ser então para encarecer os alimentos (o Brasil produz os mais baratos do mundo).
Vai estudar, véio!
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Edição espertinha neste filme onde George Clooney faz o papel de passaralho profissional ambulante. Ele sai América a fora distribuindo fartos bilhetes azuis para funcionários de várias empresas. O mundo corporativo moderno é assim: terceiriza-se até a demissão.
Destaque especial para o belo popô de Vera Farmiga logo no começo do filme, quando ela transa pela primeira vez com George Clooney, o Zé Mayer americano. Aliás, e aqui vai um pequeno spoiler, quem quiser que pare aqui, se a personagem de Vera, Alex, não queria que Clooney soubesse de sua vida particular, por que diabos lhe deu o seu verdadeiro endereço?
A atriz Vera Famiga em seu melhor ângulo. E que ângulo!!!