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sábado, 20 de agosto de 2011

CABRAL, QUE PORRA DE PACIFICAÇÃO É ESSA?

Policiais das UPPs da Formiga, Turano e Salgueiro realizam uma operação conjunta, na manhã deste sábado,. Fotos de Pablo Jacob/Agência O Globo

Parece que a vagabundagem resolveu encarar de vez as UPPs do Serginho. É nisso que dá invadir favela com dia e horário marcado pra facilitar a fuga dos merdalhaços. É nisso que dá não prender esses porras.

No Globo:

RIO - Policiais das UPPs dos morros da Formiga, Turano e Salgueiro realizaram na manhã deste sábado uma operação conjunta com agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão Florestal e da Companhia de Cães. O objetivo da ação o era prender bandidos que estavam ameaçando moradores das comunidades. Na ação ninguém foi presos e nada foi apreendido.

Na madrugada deste sábado, moradores da região se assustaram com barulho de tiros no Morro da Formiga. A secretaria de Segurança confirmou que houve um confronto entre agentes da UPP do morro e bandidos. A operação começou às 6h e foi realizada em todo o perímetro da Formiga, incluindo a mata que une as comunidades do Salgueiro e Turano, onde na madrugada deste sábado houve relatos de tiroteiro.

Na sexta-feira, policiais militares de sete batalhões fizeram operações simultâneas em várias favelas da Zona Oeste e da Zona Norte do Rio. Pelos menos uma pessoa morreu e cinco foram presas na ação, que tinha como objetivo combater o tráfico. Após receber denúncias através do serviço de inteligência de que traficantes rivais invadiriam outras favelas, o comandante do 2º CPA (Comando de Patrulhamento de Área), coronel Aristeu Leonardo determinou que batalhões sob seu comando desencadeassem operações.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

UM PAÍS CIVILIZADO RETIRA DO CONVÍVIO DA SOCIEDADE QUEM NÃO SABE VIVER EM SOCIEDADE

O exercício é simples: você daria um emprego pra um sujeito que tacou coquetel molotov num ônibus com 21 pessoas? Contrataria o cara pra ser porteiro do seu prédio? Você o imagina como funcionário do mês de um loja do McDonald’s? Teria confiança em deixar seus filhos para que ele os transportasse para a escola depois que saísse da cadeia? Se ele estudasse e se formasse em Direito, como Fernandinho Beira-Mar quer fazer: você o chamaria pra trabalhar no seu escritório? Ele seria um bom jardineiro do seu condomínio?

Se a sua resposta é não, eu entendo. O que tem na cabeça um sujeito que joga um coquetel molotov num ônibus com trabalhadores e estudantes para “vingar” um bandido que foi preso? Até agora, pelo que eu saiba, nenhuma ONG foi prestar solidariedade às vítimas – algumas com queimaduras graves – no hospital. Imagine se fosse o contrário: o bandido todo queimado? Agora, não há a desculpa do “eram brancos, da elite”. Não. Trabalhadores. Estudantes. Ônibus.

Eu imagino o selvagem que atirou o coquetel molotov passando o resto da vida na cadeia. Uma hora de banho de sol. Almoço, janta e café na cela. Até o dia de seu passamento. Alguns acham crueldade. Sim, nossos humanistas só pensam no bandido. Não gostaria de ver um deliquente como este solto por “bom comportamento” depois de 5 anos de xadrez porque ele vai fazer a mesma coisa e os jornais, que certamente condenariam sua prisão perpétua, seriam os primeiros a gritar que ele foi libertado sem cumprir toda a pena.

Por princípio, sou contra a pena de morte. Sou a favor da prisão perpétua. Um bandido que joga um coquetel molotov em pessoas que nada têm a ver com o seu problema precisa ser retirado o quanto antes de seu convívio da sociedade. Para sempre. Precisa ficar na prisão e pensar, até o dia de sua morte, no que fez. No que o levou até ali. Não fui eu quem o fez agir dessa maneira. Não foi a sociedade. Foi ele quem decidiu atentar contra a vida daquelas pessoas que tiveram a infelicidade de cruzar o seu caminho. Foi uma decisão pessoal. Ele precisa pagar por isso. Basta dessa conversinha de que cadeia é pra reeducar. É pra reeducar e PUNIR.

Contrate o delinquente assim que ele sair da cadeia. Depois a gente conversa.